sábado, 31 de maio de 2014

Achava que tudo era diferente. Enganei-me.

Estou à uns dez minutos a olhar para o ecrã do computador a pensar numa forma de escrever o que sinto e estou a ter imensas dificuldades em explicar-me...
Quando entrei para a faculdade, achei que muitas das coisas que aconteciam na escola secundária, acabavam. Facto é que, por muito que as pessoas cresçam, que seja um mundo diferente, continuam a existir as grandes divergências. Custa-me a acreditar que, por simples trocas de ideias, diferentes pontos de vista, um grupo de amigos se divida, quase não fale fazendo com que exista um clima estranho. 
O que eu realmente gostava de saber é: Porquê? Porque é que tudo isto está a acontecer? Chego seriamente a pensar se a amizade era forte a ponto de algo construído em sete meses ter desmoronado face a pontos de vista diferentes apenas entre algumas pessoas. Acho que, na minha opinião, o pior não são as diferenças na opinião mas sim o veneno que se mete em publicações, o que, obviamente piora o ambiente. Será isto tudo necessário?
Muitas pessoas dizem, por vezes chegando mesmo a "criticar", que tenho um grande número de amigos rapazes, mas cada vez tenho mais orgulho nisso! Acho a amizade com rapazes mais sincera do que com raparigas, existem discussões e diferentes pontos de vista, como é óbvio, mas no geral, passado pouco tempo está tudo bem. E sem veneno. 

domingo, 4 de maio de 2014

Amor?!

Na minha vida muitas coisas têm acontecido e muitas delas fizeram com que eu deixasse de acreditar. Gostava de saber o que é o amor. Gostava que alguém me mostrasse o que é estar realmente apaixonado. Acho que já não consigo fazer isso ou até mesmo acreditar que ele existe.
Desde pequenos que vivemos na esperança que um dia encontremos "o tal", um príncipe encantado. Mas será que ele existe? Será que existe realmente alguém capaz de nos fazer sorrir, que daria tudo para nos fazer feliz? Alguém capaz de nos surpreender, pela positiva, dia após dia. Alguém que seria o nosso porto de abrigo; que nos ajudaria a superar cada momento mau, secando as nossas lágrimas ou simplesmente dando um abraço e se iria rir connosco em cada momento bom. Será que a nossa alma gémea também anda por aí perdida, à espera da outra metade?
Estou confusa. Acho que há muita coisa que já não vale a pena. Muitas desilusões e experiências do passado fazem-me agora ter medo de pensar que existe mesmo um "príncipe encantado", a "alma gémea". Quero que alguém me mostre, não com palavras, apenas atitudes, o que realmente é o amor.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Uma música e memórias carregadas de sentimentos a apoderarem-se de mim.
Ainda não percebi bem o porquê, mas tenho saudades. Dia após dia e tudo se vai distanciando mais. Mas eu sei, eu sei que em parte a culpa minha - apego-me demasiado às pessoas e, quando elas se vão, apenas eu fico.
Gostava que te lembrasses do pouco do que ambos passámos, pode ser apenas uma parte. Lembraste? Eu sim.  Será que isso vai voltar? Não sei.   Gostava que isso voltasse? Talvez. Mas já dissemos adeus uma vez, ia custar muito mais uma segunda. Mas sim, sinto falta das conversas, dos sorrisos e dos sonhos que ambos partilhámos.
Gostava que te lembrasses da razão por que começámos a falar e aquela que te fez ir embora. Achas que vale a pena?

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Na minha opinião, uma relação só termina quando as duas pessoas desistem. Até lá, ainda há esperança, muitas coisas se pode fazer e isso leva a que exista uma nova oportunidade de remediar tudo o que existe. Independentemente do problema, tudo o que se consegue melhorar é uma nova vitória. É algo que, no fim, vai valer a pena pois vai fazer com que não se volte a cometer o mesmo erro.
Todos os obstáculos à felicidade são etapas necessárias para se conseguir ser feliz. Se, depois de tudo isto, as pessoas ainda estiverem interessadas então significa que nada mais as poderá separar.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Ultimamente a minha vontade para escrever é zero. Não consigo exprimir tudo o que estou a sentir. Pensamentos negativos, destrutivos invadem a minha alma e não os consigo parar. Dia após dia as coisas mudam e eu não sei o que hei-de fazer. Dia após dia, vou acabando com um pedaço de mim e isso está a matar-me, tanto por dentro como por fora.  
Sinceramente não sei o que fazer para reagir. No fundo sei que a culpa é minha e, por isso talvez deva estar a sofrer desta maneira. No fundo sei que a qualquer momento isto vai acabar e aí não poderei fazer nada!