terça-feira, 19 de novembro de 2013

Há dias que mais valia não ter saído da cama... desde cenas de ciumes que terminam com birra/amuo  a perder o comboio por 5 segundos. Hoje é sem dúvida um dia não. Só me apetece chorar, berrar, bater em tudo. Quero fugir, sair daqui. Ir para onde não tivesse acesso a ninguém, onde nenhuma pessoa me irritasse, me fizesse perder a cabeça. Quero mudar tanta coisa e acabo por não conseguir fazer nada. É um sentimento de frustração, dor, mágoa, tristeza. Não dá para aguentar assim.
Há coisas que não percebo... começando pelo início, não percebo o porquê de fazerem ciúmes por coisas desnecessárias. Sabem perfeitamente o que se passa, aliás, o que não se passa, porquê existe apenas uma amizade e no entanto fazem uma "tempestade num copo de água". Não há paciência.
Amanhã é um novo dia.. vamos ver como corre.

domingo, 10 de novembro de 2013

Para ser sincera, nem sei o porquê de estar a escrever isto. À uns tempos, quando me perguntavam se sentia algo, respondia que não, com toda a certeza. Éramos apenas amigos, grandes amigos que se conheciam à imenso tempo que, apesar de sempre brincarmos e gozarmos um com o outro mantínhamos uma relação de respeito. Sempre o tratei por parvo, estúpido, amor, Renatinho, Renato. Sempre me tratou por tonta, amor, princesa, Sarinha, Sara. Costumávamos brincar dizendo que um dia íamos namorar, casar e teríamos duas crianças lindas - um menino que herdaria a paixão do pai pelas motas e uma menina que seria uma autentica princesa. Quem nos via juntos, pensaria certamente de namorávamos ou algo do género e quando nos perguntavam (mesmo que tivéssemos algo), apenas dizíamos "Não. Somos amigos. Temos uma amizade para a vida!"
O certo é que algo mudou. Desde aquela festa que a nossa relação mudou. Ficámos ainda mais próximos, a ponto de quase fazermos planos para um futuro juntos, todos os dias falarmos, nem que fosse para desejar boa noite. Mas, desde que entrei para a faculdade, parece que ficou com "medo" que eu ficasse interessada ou que me envolvesse com alguém... por isso, tem andado muito mais simpático, preocupa-se muito mais, manda-me sms a "declarar-se" e, sinceramente, nunca o tinha visto a ser assim. Talvez finalmente tenha percebido o que sente realmente por mim e que não pode deixar-me escapar, talvez saiba que desta vez resultará, não sei.. A única coisa que sei, é que gosto das mensagens que ele manda, sei que são sinceras; gosto da preocupação dele, oh, tanta coisa. E não, não estou apaixonada! Somos apenas amigos!

domingo, 13 de outubro de 2013

Desde que me lembro, poucas foram as vezes que os vi assim. Nos últimos dias, quando lhes perguntam se entrei ou não, os olhos brilham, um enorme sorriso aparece no rosto e respondem afirmativamente. Não conseguem esconder a felicidade, tudo aquilo que sentem é visível a "olho nu"! O melhor disto tudo, é que eu sinto que estão a ser sinceros, sei que o que sentem é verdadeiro, sei que quando o meu pai falou com a minha avó ambos ficaram super felizes porque, como ela disse "Oh Sara, fico tão feliz! Não imaginas a felicidade que estou a sentir!" - nunca a tinha ouvido dizer isto, quer dizer, já, mas não a mim...- sei que a minha mãe tremia de felicidade quando lhe disse que entrei; que os meus primos ficaram felizes; a minha prima ficou "triste" porque agora já não vou para a faculdade dela em Santarém e feliz por ter entrado; a minha irmã ficou eufórica e agora não se cala com isso! Sei que, neste momento, a minha família, amigos e principalmente os meus pais, têm imenso orgulho em mim! E eu, para além de estar feliz por ter entrado, estou feliz por todos eles terem demonstrado o orgulho que sentem!

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

À terceira é de vez!

Neste momento não consigo esconder a alegria que sinto, a emoção que sinto dentro do meu coração, o sorriso estampado no rosto. Consegui! Entrei no curso de Psicologia na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. Consegui!! Vou calar pessoas que disseram que nunca conseguiria, que não seria este ano. Pelos vistos enganaram-se!  É como diz o ditado: "à terceira é de vez!"

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

As coisas já não são como eram à uns meses atrás. Muita coisa mudou. Eu mudei. Já não sou a mesma, sinto-me em baixo, triste, falta-me algo. O pior é que ninguém parece compreender...quando me perguntam se estou bem, digo que sim e as pessoas acreditam. Será que sou assim tão boa atriz que impede que vejam como realmente me sinto? Não sei... A única coisa que neste momento sei, é que custa... esta dor que sinto cá dentro e não há maneira de cessar; esta dor que me obriga a ter pensamentos menos bons. Olho ao espelho e não me reconheço; penso, diariamente numa solução que seja suficiente boa, mas apenas uma me vem à cabeça, e, sem duvidas não é a melhor, para ser sincera, é mesmo a pior de todas...